Saindo e chegando em Csesznek, perto do Várkert Söröző, o Bakonyi Mikulás já entra direto no Bakony, com cara de treino pesado de inverno, não de prova de asfalto toda arrumadinha. É terreno difícil de inverno mesmo: o Ördög-árok fica cheio de árvores caídas, e os percursos mais longos são levados como rolês sérios para corredores e hikers experientes.
Pode esperar um ritmo lento, daqueles de usar as mãos, passando pelo Cuha Valley e pelos lados de Porva-Csesznek, Zirc e Vinye, com várias travessias de rio e subidas em encostas íngremes e escorregadias. Alguns trechos são recomendados só de bota de trekking, e como anoitece por volta de 4 PM, quem vai nas distâncias maiores precisa levar lanterna. É um percurso para respeitar. O apoio é simples e direto: doces em Mikulás, pedaços de pizza e chá em Zirc, mais chá em Porva-Csesznek e Vinye, depois chá e sanduíches de frios na chegada.