Sobre esta prova
TimeTrial resume a prova numa pergunta simples: quem faz o percurso mais rápido contra o relógio. Os competidores largam em intervalos definidos, não todo mundo junto, então o resultado vem do tempo individual, não de um sprint em pelotão. No ciclismo, pode rolar na estrada ou na pista, solo ou por equipe. No esqui cross-country e no biathlon, normalmente a galera larga com meio minuto a um minuto de diferença. A lógica também vale para classificatórios do motorsport, especiais de rally, hill climbs e formatos de time attack.
O percurso muda conforme o esporte, mas o ritmo é o mesmo: largar sozinho, encaixar o pace e contar cada segundo na chegada. No ciclismo, quem faz time trial fica obcecado com posição no bike fit, equipamento e qualquer ganho pequeno de aerodinâmica, porque a prova pode ser decidida por poucos segundos. No remo, esse formato costuma ser chamado de head race, com barcos largando em sequência nas épocas mais frias. Na Britain, Cycling Time Trials organiza vários eventos por England, Scotland e Wales, com provas abertas para ciclistas de clubes afiliados e peso nos rankings oficiais. Algumas versões de endurance levam a ideia mais longe, como o Farra d'Alpago TimeTrial, em que ciclistas solo ou equipes completam um circuito de 16 km com 100 meters de subida ao longo de 6, 12 ou 24 hours.