Eventos de ciclismo e corrida em Paraty, 2026
0 provas em um raio de 80 km de Paraty
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Notas de Treino de Paraty
Corrida: A galera local aponta os corredores para dias de trilha, não para voltas planas pela cidade. A trilha até Sono Beach já entrega um treino completo e ainda vai emendando várias praias em sequência se as pernas estiverem boas. Paraty Brazil by UTMB é o evento âncora aqui, e o cardápio de provas vai de 7km com 50m+ até 108km com 4850m+. A UTMB também traz opções de 17km, 25km, 34km e 58km, então Z2, intervalados e subidas longas têm espaço. Clubes de corrida locais não são citados no briefing, então a cena parece mais uma turma de trilha do que um calendário de clube.
Ciclismo: A galera local pedala pela costa, pelas estradas laterais sem asfalto, pelas próprias praias e por estradas de terra dentro da mata. A linha de Paraty a Sao Paulo cabe em uma semana ou menos, e 50-75 km por dia mantém o pedal social em vez de corrido. A estrada costeira entrega quilometragem de base com a Serra do Mar ao fundo. A Serra da Bocaina traz a subida, especialmente no trecho entre Cunha e Lidice, onde partes irregulares, arenosas, lamacentas e íngremes tornam o caminho pouco amigável para uma gravel bike. Nenhum clube de ciclismo, crit, gran fondo ou evento âncora de ciclocross com nome aparece no briefing.
Temporada: Janeiro é o mês citado no briefing, e janeiro também é o mês mais chuvoso, então treinar no verão aqui significa pernas úmidas e recuperação no mar quente. O mar fica consistentemente quente no verão, o que faz dos pedais na praia e dos mergulhos pós-corrida parte do ritmo. A Atlantic Forest, as montanhas, as cachoeiras, as estradas de terra e as estradas costeiras seguem guiando os dois esportes quando o inverno chega, mas o briefing não traz números concretos de inverno. A galera local mantém o plano simples: corredores de trilha observam o acesso às rotas, ciclistas escolhem entre quilometragem na costa e subidas na Serra da Bocaina, e todo mundo respeita o chão molhado depois de chuva forte.